November 14th, 2008
Estou firme nas minhas resoluções e me adaptando muito bem ao trabalho novo. Achei sinceramente que seria mais difícil, mas tudo está tranqüilo até o momento.
A leitura do livro de co-dependência tem me ajudado demais a me entender, a entender meus comportamentos e me ajudado a policiar mais. Estou conseguindo identificar melhor certas atitudes que dificultam meu crescimento e isso tem sido muito bom.
Já estou em contagem regressiva para a grande viagem que farei em dezembro (não, meu emprego novo não me atrapalhou, pois negociei logo na entrada) e a ansiedade está lá em cima!
Muitos planos pro futuro, muitas esperanças na mala e feliz apesar de tudo.
Vida que segue
Bem
Nada
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November 7th, 2008
“Embora os co-dependentes pareçam frágeis e desamparados ou fortes e poderosos, a maioria de nós está assustada, carente, crianças vulneráveis que sofrem e se desesperam para ser amadas e cuidadas.”
“Essa criança dentro de nós acha que não somos merecedores de amor e que nunca encontraremos o carinho que procuramos; às vezes, essa criança vulnerável se torna desesperada demais. Certas pessoas nos abandonaram, emocional e fisicamente. Certas pessoas nos rejeitaram. Certas pessoas abusaram de nós, decepcionaram-nos. Certas pessoas nunca estavam presentes para nós; elas não viram, ouviram ou atenderam às nossas necessidades. Podemos acreditar que ninguém estará presente para nós. Para muito de nós, até Deus parece ter ido embora.”
“Temos estado presentes para muitas pessoas. A maioria de nós deseja desesperadamente que alguém esteja presente para nós. Precisamos de alguém, de qualquer um, para nos resgatar da completa solidão, da alienação e da dor. Queremos algo bom, e o algo bom nunca está em nós. A dor está em nós. Sentimo-nos desesperados e incertos. E os outros parecem poderosos e seguros. Concluímos que a mágica deve estar neles. Então nos tornamos dependentes dessas pessoas. Tornamo-nos dependentes dos cônjuges, amantes, amigos, pais ou filhos. Tornamo-nos dependentes da sua aprovação. Tornamo-nos dependentes da sua presença. Tornamo-nos dependentes de sua necessidade por nós. Tornamo-nos dependentes de seu amor, embora acreditemos que nunca poderemos receber o seu amor; achamos que não merecemos amor e que ninguém nunca nos amou de maneira que satisfizesse nossas necessidades.”
(…) “Precisar tanto das pessoas, mas acreditar que não somos merecedores de amor e que as pessoas nunca estarão presentes para nós, pode se transformar numa crença profundamente arraigada. Às vezes, achamos que as pessoas não estão presentes para nós quando na verdade elas estão. Nossa necessidade pode bloquear-nos a visão, impedir que vejamos o amor existe para nós. Às vezes, nenhum ser humano pode estar presente da maneira que precisamos – para nos absorver, nos cuidar e nos fazer sentir bem, completos e seguros.”
Trecho retirado do livro Co-dependência Nunca Mais de Melody Beattie
Negritos por minha conta.
Se encontrando em páginas
Kisses and Cake – John Powell
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November 1st, 2008
“A maioria de nós começou a fazer essas coisas por necessidade de proteger a nós mesmos e para satisfazer às nossas necessidades. Fizemos, sentimos e pensamos essas coisas para sobreviver – emocional, mental e às vezes fisicamente. Tentamos compreender e enfrentar nossos mundos complexos da melhor maneira. Conviver com pessoas normais e saudáveis nem sempre é fácil. Mas viver com pessoas doentes, perturbadas ou problemáticas é particularmente difícil.” (…) “Muitos de nós tentamos conviver com situações terrivelmente ultrajantes e esses esforços são admiráveis e heróicos. Temos feito o melhor que podemos.”
“Entretanto, esses artifícios autoprotetores podem estar ultrapassados em suas utilidades. Às vezes, as coisas que fazemos para nos proteger viram-se contra nós e nos ferem. Tornam-se autodestrutivas. Muitos co-dependentes mal estão sobrevivendo e a maioria não está tendo suas necessidades satisfeitas. Segundo o terapeuta Scott Egleston, a co-dependência é uma maneira de tentar satisfazer necessidades que não consegue satisfazer às necessidades. Estamos fazendo as coisas erradas pelas razões certas.”
“Podemos mudar? Podemos aprender comportamentos mais saudáveis? Não sei se a saúde mental, espiritual e emocional pode ser ensinada, mas podemos ser inspirados e encorajados. Podemos aprender a fazer as coisas de outras maneiras. Podemos mudar. Acho que a maioria das pessoas deseja ser saudável e viver a melhor vida possível. Mas muitos de nós não sabemos se é bom fazer as coisas de outra maneira. Muitos nem mesmo compreendemos por que o que temos feito não tem dado certo. A maioria de nós tem estado tão ocupada atendendo aos problemas de outros que não tem tempo para identificar, muito menos cuidar, de nossos problemas”
Trecho retirado do livro Co-dependência Nunca Mais de Melody Beattie.
Negritos por minha conta.
Procurando respostas
Não é proibido – Marisa Monte
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October 24th, 2008
Terei duas semanas de estréia no trabalho novo, porque comecei viajando para fazer um curso. Uma empresa muito bacana, bem diferente da em que eu estava. Pelo menos lá na nova deu pra sentir que funcionário tem valor.
A empresa velha, que os deuses me ajudem, ficou pra trás e espero não ter que pisar lá nem tão cedo. Pausa para lembrar que estou falando da sede, porque o cliente em que eu estava alocada tem só 30% da culpa no cartório. Pausa também para xingar o médico do trabalho que me tratou de forma muito bruta no consultório quando eu disse que simplesmente era impossível agachar como ele estava pedindo. Fora as grosserias em cada pergunta que fazia. Jisuis, parecia um pesadelo e ainda bem que acabou.
Só para esclarecer, não deixei a área de informática, continuo fazendo o de sempre num novo lugar. Novos ares, portanto, e era exatamente disso que eu estava precisando.
E a vida continua.
Cansada, mas feliz
Novela
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October 19th, 2008
Finalmente o novo emprego bateu à minha porta e foi aliviada que eu pedi demissão na semana retrasada. Quarta-feira, dia 15, foi meu último dia de trabalho naquele lugar onde não havia futuro. Aproveitei pra tirar uns dias de folga antes do novo emprego que começa nesta semana. Boas notícias, enfim!
Já me prometi nunca mais ficar estagnada em lugar algum, ainda mais se esse lugar não me acrescenta nada. Não é uma forma perfeita de iniciar uma nova fase?
Obrigada por quem torceu por mim
Aliviada
Algo no rádio
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October 13th, 2008
Você sabe que nosso cérebro é poderoso, não é mesmo? Há muitos aspectos sobre ele que desconhecemos, mas é sabido que nosso subconsciente tem mais influência no nosso dia-a-dia do que imaginamos.
Uma amiga querida me alertou que determinadas palavras tem o poder de sabotar a nossa mente sem que percebamos e é por isso que se deve evitar pensamentos e palavras negativas, pois nosso subconsciente acaba acreditando. Isso caiu como uma benção nos meus ouvidos e veio realmente na hora que eu mais precisava ouvir…
A verdade é que venho me sabotando há anos. Frases do tipo “ninguém sente a minha falta”, “nunca serei organizada”, “meu tempo não dá pra nada”, “estou muito cansada”, “não consigo mais estudar”, além das reclamações constantes e por aí vai, saem da minha boca a todo instante sem que eu nem perceba. Criei rótulos para mim mesma e, de tanto repetir, acabei acreditando nisso.
Eu decidi que já chega de ser a coitadinha, de ser a vítima da vez. Ninguém, absolutamente ninguém, vai resolver os meus problemas por mim, nem nenhuma resposta vai cair da minha cabeça num dia ensolarado. E venhamos e convenhamos, eu não cheguei aqui sem lutar, sem me esforçar, sem fazer sacrifícios. Lá no fundo, sempre acreditei no meu potencial e foi isso que me transformou no que sou hoje.
Meu objetivo agora é derrubar rótulos. É pensar de forma diferente e fazer por onde, porque eu sou capaz.
E tenho dito.
E você, já percebeu os rótulos que criou para si mesmo?
Determinada
Novela
Posted by Amiga-Anônima in Mundinho, Papo anônimo | 4 Comments »
October 1st, 2008
Aí estão minhas meninas com os modelitos que eu fiz

Não são fofas?
Posted by Amiga-Anônima in Blythe | 5 Comments »
September 25th, 2008
(Antes que você pense novamente que eu vou contar que estou grávida, Blythe é uma boneca, ok? Kkk)
As blythes são um vício. Uma vez encantada por elas, você estará perdida… Desde a chegada da primeira Blythe que sonho com vários modelos, uma delas em especial que era pra ter sido a primeira, mas por forças maiores, não deu pra comprar no momento.
Mas então, Amelie (já dei até nome) chegou na terça-feira, depois de uma semana de espera e apreensão pelo pacote vindo de Hong Kong. Foi a primeira compra direta que eu fiz, estava morrendo de medo de levar um golpe do vendedor e também de ter de pagar o imposto, mas não poderia ter sido mais perfeito. Ela chegou linda e maravilhosa e minha vida, leia-se meu bolso, nunca mais será a mesma (kkkk).
Desde a compra, costuro todas as noites modelitos novos para as fofinhas (tentando, pelo menos). Tem sido minha distração boba, como Carol sugeriu, e passo o dia pensando em chegar em casa pra brincar. Costurar para boneca é extremamente trabalhoso e difícil, mas tenho fé que um dia sairá algo perfeito daqueles retalhos.
Me achei nas bonecas e tenho certeza de que um dia terei uma coleção invejável delas. Espero trabalhar muito e ter dinheiro pra realizar esses sonhos hahaha.
Vou colocar foto das minhas meninas aqui depois.
Empolgada com as mini costuras.
Die for you – Megan McCauley
PS: Não sabe o que diabos é Blythe? Dê uma olhada aqui.
Posted by Amiga-Anônima in Blythe, Momentos consumistas | 4 Comments »
September 24th, 2008
Não sei se é o clima chato no trabalho, se foi primeira discussão séria que tive com meu marido, se foi a pneumonia da minha mãe junto com as reclamações dela, se foi a doença da gata, se é a dieta que não está funcionando direito, se são as limitações do joelho operado ou se é tudo isso junto que está causando um enorme desânimo em mim… Levar a rotina não está fácil, sério mesmo. Eu sei que é uma fase que já já passa, mas não deixa de ser chato…
Está difícil levantar todos os dias para vir trabalhar, apesar de toda a gratidão que eu tenho em ter um emprego. Estou precisando de uma injeção de ânimo. Será que vendem pílulas pra isso?
Cansada
Tendre Fesse – Eric Lapointe
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September 16th, 2008
Já pensou se cada um de nós tivesse uma bola de cristal pelo menos para adivinhar o desejo das outras pessoas? Não seria perfeito? Ninguém se decepcionaria e nem se frustraria e o mundo seria incrivelmente cor de rosa. Mas quem foi que disse que a vida seria fácil para os pobres mortais?
É aí que entra o diálogo, o bom senso, a compreensão e a paciência. É nesse momento que você tem de pelo menos saber se é necessário ceder ou não, porque a convivência diária é uma eterna negociação de interesses bons ou ruins. Neste caso, bom ou ruim depende única e exclusivamente do referencial. O que é bom pra você pode não ser bom para mim e por aí vai. Ainda bem que ninguém é dono da verdade, não é mesmo?
Eu, que sempre tive dificuldade de mostrar meu ponto de vista e minhas frustrações, luto hoje para expor a forma como eu penso e tento me preparar para as conseqüências. Isso significa crescer e amadurecer. É um processo doloroso às vezes, mas extremamente necessário. Impossível não se frustrar uma hora ou outra por uma determinada situação, mas a forma como você lidará com isso é o que fará a diferença no final.
Minha bola de cristal não veio instalada de fábrica, porém estou disposta a entender e compreender o que tiver ao meu alcance e, principalmente, a aceitar as diferenças.
E você, está preparado para encarar aquilo que não depende só de você?
Bem
Canto della terra – Sarah Brightman & Andrea Bocelli
Posted by Amiga-Anônima in Filosofias anônimas | 3 Comments »